quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Máscara?
Que imagem mais espantosa. Odeio essas máscaras horrorosas, me lembra época de pandemias de cólera(embora essa até seja mais bonitinha), fora que as pessoas perdem todo seu charme, num contexto em geral. Você pode estar super bonita e fashion que ninguém vai reparar em você se fosse estiver usando uma máscara desta, todo mundo vai reparar só na sua máscara ULTRA CAFONA.
Tá, mas deixando meu lado pessoal de lado e indo pro cientifíco, o uso de máscaras não é 100% eficaz, não evita que uma pessoa saudável pegue a doença mas evita que o doente transmita o vírus(e nem assim evita 100%), segundo a BBC.
Mas agora vai falar que essas pessoas todas aí tá com o vírus H1N1? Rá-Rá.
Como vi la no MonkeyNews hoje: "a máscara só serve pra atrapalhar no boquete" Rá-Rá.
domingo, 2 de agosto de 2009
Untitled

E isso tudo faz parte de uma... igreja! Pois é, a história toda eu conto num próximo post sobre tudo que rolou na Rep. Tcheca.
domingo, 12 de outubro de 2008
12 de outubro de 1999

É manhã do dia 12 de outubro de 1999 na cidade de Guararapes, e aqui estou eu a espera ansiosamente da chegada da minha mãe e madrinha de São Paulo. Acordei logo cedo e fui para o ginásio municipal, aonde teve uma festa pra nós crianças, tinha palhaços, cama inflável, piscina de bolinhas e um show de uma banda cover do Sandy e Junior. Foi super legal!
Mas agora já voltei pra casa, pensei que minha mãe já tería chegado, e nada ainda. Já é quase hora do almoço, minha vó fez uma comida especial, e ela também limpou a casa toda, como ela sempre faz quando a tia Maria e minha mãe vem pra cá.
Os meus primos, que são meus vizinhos, já chegaram de São Paulo, mas eles são chatos, esse povo da capital são muito metidos.
Estou ancioso pra ver minha mãe, todas noites penso nela, e choro querendo estar com ela. Embore eu amo minha vó, preferia estar com minha mãe.
Será que ela está me trazendo aquele presente que pedi?
Tanto tempo ser ver minha mãe que fico com vergonha de abraçar ela quando vejo ela novamente...
*um carro para em frente da casa e começa a buzinar*
Chega a ser assustador, mas esse dia está mais vivo na minha memória do que nunca, que chega a parecer que foi ontem. Mas não só esse dia, mas como toda minha infância.
Todos aqueles momentos, felizes e tristes, hoje enquanto estava deitado, descansando depois do almoço em minha cama,vieram a tona em minha memória, como um filme. De tão real, chegou a ser assustador.
Parecia que eu estava em um túnel dentro da memória, pelo qual, nas paredes havia toda minha infância, estampada lá, com aqueles personagens que construiram toda uma vida.
Assim como me lembro perfeitamente daquele dia das crianças de 1999, me lembro de outros acontecimentos, vou contar alguns.
Quando ganhei minha primeira bicicleta, que na verdade era uma bicicleta já antiga da minha prima, dos anos 80, estava com pneu furados, e toda suja. Mesmo assim, peguei ela, e com apenas 3 ou 4 anos; não me lembro exatamente da idade; começei a andar pela cidade com ela, fui seguindo pela rua da qual moravamos, no centro da pequena cidade de Guararapes... fui passando pela Santa Casa, pelo centro, pela Catedral, pela linha do trem, até parar no cemitério, do outro lado da cidade. O mais interessante de tudo isso, é que fui sozinho, EMPURRANDO a bicicleta com os pneus muchos. Próximo de casa tinha uma lagoa, e como havia chovido muito no dia anterior, o lago havia transbordado. Na volta pra casa, passei direto, e fui para a lagoa, empurrando a bicicleta... chegando lá havia muitas crianças nadando, mas eu tinha medo de entrar na água, e só coloquei os pés. Um tempo depois chega meu tio de bicicleta, todo preocupado com meu sumiço. Quando cheguei em casa, minha mãe vem correndo me abraçar, com uma discreta lácrima no olho, naquela época fiquei sem entender o porque daquilo. Mas hoje sei o porque, minha mãe disse, que do tempo que sumi de manhã, até o horário que me acharam, foram 6 horas sumido.
Outro fato que marco pra mim, foi o dia que o vento levou minha bicicleta...
Era fim de tarde, eu estava voltando da casa da minha prima, quando parei no meio do caminho, devido aos barulhos que os ventos faziam, quando olhei para o céu, era como se a nuvem estivessem vivas. Os ventos eram fortíssimos, embora ainda não chovia, e as nuvens eram pretas e se moviam rapidamente, formando um roda-muínho no horizonte, aonde tinha um pasto imenso. Voltei pra minha bicicleta e começei a correr pra não pegar chuva, mas não deu tempo, 1 minuto depois o mundo caia sobre minha cabeça, e a corrente da bicicleta havia saido bem naquele momento. Enquanto to colocando a corrente no lugar, a chuva aperta cada vez mais, mas não só a chuva, como os ventos, que já eram fortes... foi quando o vento fico tão forte, que a bicicleta saiu da minha mão, e atravessou o outro lado da rua, levado pelo vento. Peguei ela, assustado de tal maneira, que corria desesperadamente, e haviam muitos raios, e eu morria de medo. Cheguei em casa e corri pra cama, com uma sensação de medo e tranquilidade por ter chegado.
Aquela imagem das nuvens se movendo tão rapidamente, formando um roda-muínho em cima de meus olhos, foi assustador, impressionante e bonito ao mesmo tempo, jamais esquecerei disto.
Eu poderia ficar aqui até amanhã contando das milhares de histórias, aventuras e trakinagens que eu fazia, mas apenas citei algumas que me veio em mente agora.
Queria tanto ter meus 8 e 9 anos de volta, voltar a ter e poder morar com minha vó, em Guararapes. Que saudades daqueles amigos que fiz lá, que aqueles sim, foram amigos. Das festas de aniversário, das minhas reuniões de amigos que fazia em casa, transformava a casa da minha vó numa escolinha, mas o legal, é que a gente realmente brincava de escolinha, pintava desenhos, depois todos nós ia para rua brincar de pega-pega. Saudades de brincar de barro, sem medo de ser feliz, de ir pra escola com aquele ônibus, com a turma toda, e aquela fita K7 que sempre repetia as mesma músicas, mas mesmo assim, era aquela festa no ônibus. Daquela comida que só minha vó sabia fazer, aquela olhar dela, o carinho dela, da sua voz...
Foram tantos momentos, tantas histórias pra contar. Dias tão felizes, e eu não sabia.
"Tudo vai terminar, tudo era um momento..."
Bebel Gilberto.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Feriadão, Larry Tee, Parada Gay...
Dia 22 de maio, quinta-feira de 2008, é feriado de Corpus Christi.


Depois do furacão...
Graças a deos, vem a calmaria.
Dormi 16 horas seguidas, porque eu realmente estava CANSADO!
Acabado, detonado!
Mas foi bom, não foi?!
Pra mim foi....
Logo mais um post completo sobre o ultimo feriadão do ano e da maior Parada Gay do mundo, see ya!
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Semana nova, vida nova
"Semana nova, vida nova..."
E ainda por cima é semana de feriadão, mas não é um feriado qualquer, porque, vejamos: Semana GLBT, isto é, Semana do Orgulho Gay, todas as casas noturnas gls da cidade estão com atrações especiais essa semana, fora que vai ter exposições, mostra de cinema e teatro e blá blá blá; além disso, temos a maior Gay Pride of the World no domingo, a Parada Gay de São Paulo(ADOOOOORO); teremos o pai do Electroclash no Clube Glória sábado e quinta-feira é a chegada do amor da minha vida a São Paulo, a chegada de La Pau, com certeza, sem ela esse feriado não seria o mesmo e não seria tão aguardado(a viada vai se sentir com o comentário, mas fazer o que haha).
E gatas, veja bem, GATAS 'PASSIVAS' que estão afim de uma gatona super ativa que é uma loucura, entre em contato comigo, que eu tenho a pessoa ideal para vocês. O nome dela é Paula, Paulinha, La Pau, Palets, Paulão, você escolhe o nome, é a gatona da foto logo abaixo:
Gostaram meninas? Pois é, está esperando por você. hehehe
Mas é isso, e minha semana começo bem vagabundo, dormir até 1 hora, perdi aula, fiz porra nenhuma o dia inteiro, e é isso aí, a semana vai continuar vagabunda assim, a base de sexo, drogas, electro'n'roll yeah baby!
sábado, 17 de maio de 2008
Celebrity Collage
Simplesmente eu achei deprimente esses artistas que parecem comigo.
Detalhe pra Madre Teresa. qqqqqqqq
| http://www.myheritage.com/collage |



